Currently viewing and reading

Related Post

Após 14 meses de filmagens em 42 países, foi..."> Lição de vida (Junho 23rd, 2008)
  • A foto do dia (Junho 20th, 2008)
  • flashes before your eyes … a concentrated sense of life (Junho 18th, 2008)
  • O blog das montadoras (Junho 17th, 2008)
  • Pra ver do celular (Junho 17th, 2008)
  • 2 Comments Received

    Rafael Campos
    Junho 7th, 2008 @2:02 am  

    Muito interessante a dinâmica do post. (Lembrei do Six Degrees of Wikipedia http://www.netsoc.tcd.ie/~mu/wiki/ que, usando artigos da wikipedia, mostra a relação mais próxima existente entre dois assuntos distintos. Isso remete a como conversas se desenrolam em coisas aparentemente sem conexão nenhuma com o tema inicial.. mas tudo está interligado - e no máximo a seis graus de distância :P)

    Uma direção fascinante disso tudo é entender como acontece o aproveitamento do conhecimento gerado em Rede. De que forma os ‘padrões’ de comportamento identificados nessa rede podem ser transformado em serviços úteis? Oferecer ferramentas para que a rede se auto-organize me parece a tarefa crucial.

    Veja por exemplo como uma determinada #tag no twitter se propaga de forma tão rápida. E como isso potencializa minha comunicação com inúmeras pessoas desconhecidas sobre qualquer tema em tempo real! Um tecnologia tão simples, porém tão poderosa. E isso não foi gerado por uma empresa: a inovação veio de fora, contruiram ‘on top of it’. (’a inovação está fora, e não dentro da empresa’)

    ———-

    Uma iniciativa interessante para além da W3C em direção a web semantica, é a do microformato (microformats). São pequenos padrões de código XML e XHTML que permitem à maquina ‘entender’ do que estamos falando, de forma a poder melhor organizar e servir essa informação pra nós ( http://marcogomes.com/blog/2006/microformatos-para-leigos/ )

    Fernando
    Junho 11th, 2008 @2:23 pm  

    Para quem se acostumou a receber o conteúdo “pré-deglutido” da televisão, marcadamente gente da minha geração, vivenciar hoje a dinâmica da rede virtual exige evidentemente a superação de um paradigma vital… Prover-se de informação via internet requer um esforço muito maior do que o do controle remoto! Talvez não seja o mesmo que o esforço despendido na leitura, mas requer algum esforço para investigar, buscar, filtrar a informação. Possibilita liberdade de escolha, prioriza temas, conteúdos, mas também acentua a individualização e pulveriza a “poeira” virtual da frivolidade. A grande descoberta é você estar no comando do que elege, compra, consome em termos de informação. Me fascina as possibilidades de condução, manipulação, desta em relação à outra forma de comunicar, de difundir a informação. Mas assim como no mundo “real”, no virtual a democracia da informação ainda é frágil e carece de cuidados… Agora, que o youtube é a super-televisão, disso eu não tenho dúvida. Outro dia (sábado passado), a Zileide Silva se atrapalhou na apresentação do Jornal Hoje. Minutos depois, a cena estava no youtube, assistida e comentada aos milhares… Outros vídeos tiveram milhões de acessos. A disseminação é violenta e impressionante. A web está ganhando de goleada dela mesmo, mas ainda não há como dizer qual o sabor dessa vitória. Conversamos…

    Leave A Reply

    Please Note: Comments maybe under moderation after you submit your comments so there is no need to resubmit your comment again